Grampos, solidariedade e paranóia

3 de janeiro de 2013

Até agora, 442 pessoas leram este post, em que relato como um técnico da GVT encontrou um grampo na minha linha de telefone fixo.
Recebi a solidariedade ou preocupação de diversas pessoas, seja com um telefonema, um retuite ou um comentário.
Vou terminar sendo injusto, mas registro as mensagens de Ana Lúcia Gomes, Túlio Ratto, José Augusto Peres, Luís Fausto, Cléber Gouveia, Fernando Cabral, Fábio Bezerra, Renan Allysson, Conceição Oliveira, Rodrigo Vianna, Emanuell Cavalcanti, Francinaldo Rafael, Alberto Perdigão, Dinarte Assunção, Aldemir Freire, Leonardo Sinedino, Ronaldo Matias, Fernando Rocha, Rodrigo Lemos, Daniel Menezes, Fernando Vasconcelos e Gonzaga Costa, entre outros.
Conversei por telefone com alguns sobre as providências legais a se tomar.
Do Sindjorn, sempre tão preocupado em defender os jornalistas medalhões, nenhuma palavra.  Mais uma vez.
Ainda há quem me chame de paranóico.

1 comentários:

Ana Paula Costa disse...

Olá Daniel, eu, Ana Paula Costa, jornalista como você, me solidarizo incondicionalmente com a situação do grampo que estás enfrentando. Mas eu, Ana Paula Costa, diretora do Sindjorn, acho injusta sua crítica. O Sindjorn não é uma entidade onipresente. Para nos manifestarmos precisamos ser comunicados do acontecido. Estava eu, na piscina, curtindo um pouquinho das minhas pseudo-férias quando fui informada por um amigo sobre seu post. Acredito que nós, a direção do Sindjorn, deixamos muito a desejar em vários aspectos, mas nunca nos posicionamos por jornalista A ou B fazer parte de determinado setor ou de defender determinadas idéias. Nossa defesa é do livre exercício da profissão e da valorização profissional. Fica aqui todo o meu apoio pessoal e admiração pelo trabalho que desenvolves, mas reitero, não acho cabível a critica feita ao sindicato.

 
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