#DitaduraNuncaMais: Depoimento contundente de meu pai, Rubens Lemos, em 1989

1 de abril de 2014

Em 1989, no auditório da OAB de Natal, um evento marcou os dez anos da Lei de Anistia.
Meu pai foi o primeiro a falar e falou por 18 minutos.
Depoimento contundente, no qual lembrou especialmente de potiguares mortos e desaparecidos, como Silton Pinheiro, além do fundador do PCBR, organização na qual meu pai militou, Mário Alves.
Ao fim, sua fala questiona uma "anistia concedida pelas conveniências políticas" e que preservou impunes os torturadores - alguns de sadismo e perversão como o Cel. Cúrsio Neto, o Dr. Fernando, que lia a Bíblia antes de iniciar as sessões de tortura a prisioneiros.

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