Escritório de Henrique Alves (PMDB) fez uma profunda investigação dos adversários

2 de outubro de 2014

Estava lendo a peça de acusação assinada pelo escritório Diógenes Marinho e Dutra que, em nome da coligação do Acordão, inacreditavelmente pede a cassação de Robinson Faria (PSD) por abuso de poder e desequilíbrio nas eleições pelo uso de uma incrível rede de três perfis (e o uso da Tribuna do Norte por Henrique, seu proprietário, também não configura abuso e desequilíbrio?).

Não me canso de ficar surpreso de como é possível alguém se expor a uma situação como essa que se configura numa peça como essa.


Fico imaginando por que ninguém pediu a cassação de Aécio Neves pela contratação de 9 mil militantes virtuais no início do ano. Ou, como comprovou a Folha de São Paulo há três dias, pelo uso de robots para influenciar o comportamento do twitter durante o debate da Record no domingo.

Mas a minha leitura da peça me chamou a atenção para uma notícia que o blog publicou na semana passada, falando sobre uma suposta espionagem promovida pela campanha de Henrique Alves contra os adversários. O escritório de advocacia realizou uma grande investigação extrajudicial, ouvindo e amedrontando testemunhas, caçando registros de IP, donos de domínio.

A ação judicial do Acordão levanta mais um indício de que sim, havia uma profunda investigação em curso contra a coligação adversária e pessoas/empresas a seu serviço.  Reforça a possibilidade de que há fogo de onde vem a fumaça de uma suposta fábrica de dossiês a serviço de Henrique Alves.

É duro imaginar o que não será capaz de fazer, contra adversários, esse sujeito se, tornando-se governador, tiver à disposição a estrutura de investigação e os recursos do estado do Rio Grande do Norte.








 
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